DIVERSIDADE EM DADOS · E-BOOK · GÊNERO
Assédio e Gênero
O que o assédio contra mulheres revela sobre a cultura da sua empresa.
Um retrato de quem sofre, quem presencia e quem denuncia assédio e discriminação no trabalho, comparando mulheres e homens em 18 ambientes corporativos diferentes.
18.246
profissionais ouvidos
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Comparativos entre mulheres e homens, líderes e não líderes
Um guia de remédios para preconceito, discriminação e assédio
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O ESTUDO EM NÚMEROS
O tamanho da nossa escuta.
Pesquisa online da base Santo Caos, coletada entre julho de 2021 e janeiro de 2023 em 18 empresas de diferentes tamanhos, setores e regiões. As perguntas olham para os últimos 6 meses: quem presenciou, quem sofreu, de quem e se informou a empresa.
18.246
participantes de diferentes cargos
7.071
mulheres na amostra, 39% do total
18
empresas de setores e regiões diferentes
25%
da amostra em cargos de liderança
QUAL MENSAGEM RESUME O ESTUDO?
O assédio contra mulheres não é exceção, é estrutura.
Mulheres sofrem mais que o dobro de assédio e discriminação do que os homens. E não é questão de um ambiente tóxico específico: em todas as empresas pesquisadas, menos uma, elas sofrem mais.
“Independentemente do ambiente de trabalho, as mulheres sofrem mais assédio do que os homens.”
29%
das mulheres sofreram assédio ou discriminação
14%
dos homens relatam o mesmo
17 de 18
empresas com mais assédio contra mulheres
O QUE O ESTUDO RESPONDE
Perguntas que o estudo responde.
Para além do número geral, o estudo olha para quem pratica o assédio, quem denuncia e onde ele pesa mais.
Mulheres e homens sofrem assédio na mesma proporção?
Quem percebe mais o assédio no dia a dia de trabalho?
De quem vem o assédio: liderança, colegas, clientes ou terceiros?
Chegar à liderança protege as mulheres do assédio?
Quantas pessoas informam a empresa sobre o que sofreram?
Como orientação sexual, cor e deficiência mudam o quadro?
O que você encontra no estudo completo
Cenário nacional da mulher na educação e no trabalho
Metodologia e perfil da amostra: cargo, escolaridade e tempo de casa
O que diferencia preconceito, microagressão, discriminação e assédio
Incidência de assédio por gênero, nível hierárquico e público
Assédio e interseccionalidade entre mulheres
Remédios práticos para cada situação, do preconceito ao assédio
ACHADOS
Quatro números para levar para a reunião.
39%
das mulheres percebem assédio no dia a dia de trabalho.
Entre os homens, 25%. Elas percebem 60% mais.
37%
das mulheres líderes sofreram assédio ou discriminação.
Entre mulheres não líderes, 27%. Entre homens, 15% e 14%.
30%
das mulheres denunciam o assédio que sofreram.
Entre os homens, 24%. Ainda assim, a maioria não denuncia.
36%
das mulheres bissexuais sofreram assédio ou discriminação.
Lésbicas, 35%. Pretas, 32%. Com deficiência, 31%.
O PROBLEMA POR TRÁS DOS DADOS
O problema não é um ambiente ruim. É o sistema inteiro.
O assédio contra mulheres aparece em quase todas as empresas e cresce com o nível hierárquico, onde o ambiente é mais masculinizado. Nos homens, ele vem mais da liderança. Nas mulheres, vem de todos os lados, inclusive de terceiros. Isso não se resolve com campanha no mês de março: se resolve com canal de denúncia confiável, liderança preparada para agir e critérios claros de consequência.
POR QUE A SANTO CAOS
Desde 2013, a Santo Caos ajuda empresas a transformar cultura em sistema: discurso, decisões, dinâmicas, dinheiro e design trabalhando juntos. No combate ao assédio, isso significa políticas, canais e lideranças que funcionam no dia a dia, não só no papel.
+180 clientes · Desde 2013 · Diversidade em dados
Na sua empresa, a mulher que sofre assédio tem a quem recorrer?
Se o assédio aparece mais conforme a mulher sobe, o problema está no sistema. A gente pode ajudar a encontrar onde.
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