ESCUTA DA BASE · APRESENTAÇÃO · TRABALHO
Como se fosse máquina
Quem sustenta a operação raramente é ouvido. E isso custa caro.
O estudo Emprego Ideal foi à rua ouvir o chão de fábrica: trabalhadores de varejo, indústria, construção civil e serviços da Grande São Paulo. Um retrato do que a base valoriza, do que a deixa satisfeita e de quem fica ou vai embora.
250
trabalhadores ouvidos
Ao baixar o estudo, você recebe:
A apresentação completa em PDF, com todos os gráficos
Leitura de satisfação, gratidão e fidelidade por setor
Três perfis de funcionário cruzados por geração
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O ESTUDO EM NÚMEROS
O tamanho da nossa escuta.
Pesquisa quantitativa feita na rua, seguida de entrevistas em profundidade com cada participante. Trabalhadores da operação na capital paulista, no ABC e em Osasco.
250
trabalhadores da operação
4
setores: varejo, indústria, construção civil e serviços
22%
estão há menos de 6 meses na empresa
3
perfis de engajamento identificados
QUAL MENSAGEM RESUME O ESTUDO?
A base não quer só dinheiro: quer clima e liderança.
Remuneração lidera a lista do que é importante num emprego, mas por pouco. Na hora de dizer o que deixa satisfeito, colegas e clima vencem. E a liderança é lembrada dos dois lados: retém e afasta.
“Mesmo quando há insatisfação com o salário, clima e liderança seguram o funcionário.”
22%
citam remuneração como fator mais importante
39%
têm colegas e clima como maior satisfação
17%
apontam o chefe como maior insatisfação
O QUE O ESTUDO RESPONDE
Perguntas que o estudo responde.
Em vez de olhar para escritórios e gestores, o estudo pergunta a quem está na operação o que faz um emprego valer a pena.
O que a base da operação mais valoriza num emprego?
Quanto tempo as pessoas pretendem ficar na empresa?
O que mais satisfaz e o que mais incomoda no dia a dia?
Como varejo, indústria, construção civil e serviços se diferenciam?
Quem são os Embaixadores, os Pacatos Cidadãos e os Vlw, Flw?
Como cada geração se relaciona com o trabalho e com a empresa?
O que você encontra no estudo completo
Perfil da amostra: idade, sexo, setor e tempo de empresa
Fatores mais importantes, de satisfação e de insatisfação
Índice de felicidade no trabalho por setor
Leitura detalhada de cada um dos 4 setores
Três perfis de funcionário cruzados com gerações X, Y, Z e baby boomers
Fluxo de engajamento: da conscientização ao orgulho
ACHADOS
Quatro números para levar para a reunião.
60%
dos entrevistados querem ficar no máximo 5 anos na empresa.
Só 39% consideram ficar mais de 5 anos. 8% só esperam uma oportunidade melhor.
24%
têm o salário como maior ponto de insatisfação.
Um em cada quatro. A falta de oportunidades de crescimento vem com 14%.
12%
da geração Z está no perfil Embaixador.
Entre baby boomers, 42%. Na geração X, 35%. Na Y, 21%.
0,728
é o índice de felicidade no trabalho em serviços, o mais baixo.
Construção civil lidera com 0,875. Três dos quatro setores ficam abaixo de 0,8.
O PROBLEMA POR TRÁS DOS DADOS
O problema não é a base. É quem não a escuta.
O funcionário diz que sai por motivos pessoais, mas por trás disso estão liderança, reconhecimento e falta de crescimento. Treinamento e campanha de motivação tratam o sintoma. A causa se resolve no sistema: no preparo da liderança imediata, nos critérios de reconhecimento e nos rituais do dia a dia.
POR QUE A SANTO CAOS
Desde 2013, a Santo Caos ajuda empresas a transformar cultura em sistema: discurso, decisões, dinâmicas, dinheiro e design trabalhando juntos. Engajar a operação começa por ouvir quem está nela e ajustar a gestão ao que aparece.
+180 clientes · Desde 2013 · Engajamento da base
Sua empresa ouve a operação ou só cobra dela?
Existem coisas que não aparecem na pesquisa de clima. A gente pode ajudar a encontrar o que a sua base não está dizendo.
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BIBLIOTECA
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