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[DES]ENGAJAMENTO · SÉRIE DE E-BOOKS · ENGAJAMENTO

Migué

Toda desculpa no trabalho conta algo sobre a sua cultura.

Um raio X das faltas, atrasos e enrolações que a gente chama de migué: quem dá, por quais motivos, com quais desculpas, quanto custa para empresas e para o país e como gestores e profissionais de saúde enxergam a prática.

 

911

pessoas entrevistadas

 

Ao baixar o estudo, você recebe:

  • A série completa: Raio X, Impactos, Personas e Visões

  • As 4 personas do migué e o que faria cada uma desistir

  • O custo estimado do migué para as empresas e para o Brasil

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Principal Desafio Cultural

O ESTUDO EM NÚMEROS

O tamanho da nossa escuta.

Entrevistas em profundidade e pesquisa online com funcionários, gestores, profissionais de saúde e especialistas de 20 estados e do Distrito Federal. Estudo realizado pela Santo Caos com a Pimientos.

 

911

entrevistados em todo o Brasil

21h

de entrevistas em profundidade

192

gestores ouvidos

39

profissionais de saúde

QUAL MENSAGEM RESUME O ESTUDO?

Migué não é falta de caráter. É falta de engajamento.

Quem dá migué é, em média, 10% menos engajado do que quem não dá, e a maior queda está no orgulho. Cerca de 90% das motivações nascem de um problema na relação entre empregador e empregado: evitar conflito, compensar cansaço, driblar a falta de flexibilidade.

 

“O miguezeiro não é um vagabundo, mas sim um desengajado.”

 

10%

menos engajado é quem dá migué

90%

das motivações vêm da relação com a empresa

-14%

de orgulho, a conexão mais afetada

O QUE O ESTUDO RESPONDE

Perguntas que o estudo responde.

Para além da desculpa do ônibus atrasado, o estudo olha para o que o migué revela sobre a relação entre pessoas e empresas.

  • Quem dá migué e por quais motivos?

  • Que tipo de migué é mais comum: atraso, enrolação, falta ou não entrega?

  • Quantos dias de migué uma pessoa dá por ano?

  • Quanto o migué custa para as empresas e para o Brasil?

  • Qual a relação entre migué e engajamento?

  • Como gestores e profissionais de saúde enxergam o migué?

 

O que você encontra no estudo completo

  • Raio X: quem dá migué, por que, quando e com quais desculpas

  • Frequência média de faltas e atrasos propositais

  • O impacto financeiro do migué para empresas e para o país

  • Engajamento de quem dá e de quem não dá migué nas 5 conexões

  • As 4 personas: Fugidinha, Injustiçado, Burocrático e Way of life

  • Visões de gestores, setor público e profissionais de saúde

ACHADOS

Quatro números para levar para a reunião.

 

60%

dos entrevistados afirmam que já deram migué no trabalho.

Atraso (46,7%) e enrolação (41,3%) são os tipos mais comuns.

 

9,02

dias de migué por pessoa, em média, ao longo do ano.

O equivalente a 41% do período padrão de férias.

 

54,4%

usam problema de saúde física como desculpa.

Só 5,2% citam saúde mental: as pessoas evitam falar disso com o gestor.

 

7%

dos gestores enxergam o migué como algo normal ou humano.

A maioria associa o migué a desmotivação, irresponsabilidade e preguiça.

 

O PROBLEMA POR TRÁS DOS DADOS

O problema não é a desculpa. É o que ela esconde.

As pessoas dão migué para evitar conflito, por se sentirem injustiçadas ou porque não têm espaço para negociar horário. Enquanto o gestor enxerga preguiça, a relação segue sem confiança. Isso não se resolve com controle de ponto: se resolve na flexibilidade dos processos, no reconhecimento e em uma liderança que abre espaço para a verdade.

 

POR QUE A SANTO CAOS

Desde 2013, a Santo Caos ajuda empresas a transformar cultura em sistema: discurso, decisões, dinâmicas, dinheiro e design trabalhando juntos. O migué entra nesse sistema como sintoma de engajamento, não como desvio de índole.

+180 clientes · Desde 2013 · Engajamento

Conheça o caos de engajamento →

Na sua empresa, dá para falar a verdade ou só dá para dar migué?

Se as pessoas precisam inventar desculpas para viver, o problema está no sistema. A gente pode ajudar a encontrar onde.

 

Falar com a Santo Caos →

BIBLIOTECA

Outros estudos da Santo Caos.

 

Engajamento nas empresas (2016)

O que as maiores empresas brasileiras pensam sobre engajamento: para 93% dos entrevistados, o tema é prioridade alta ou muito alta.

 

Além do Bem (2017)

Voluntariado e engajamento: 828 pessoas entre voluntários, ex-voluntários, não voluntários, especialistas e gestores, e como fortalecer programas corporativos.

 

Saúde mental, trabalho e engajamento (2019)

A relação entre engajamento, felicidade e bem-estar, e o papel das empresas na saúde física e emocional de quem trabalha nelas.

 

Ver toda a biblioteca →

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